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FIESC LANÇA PRÊMIO DO MOVIMENTO SANTA CATARINA PELA EDUCAÇÃO

 

Inscrições podem ser feitas pelo site www.santacatarinapelaeducacao.com.br


 

A segunda edição do Prêmio Santa Catarina pela Educação, promovido pela FIESC, está com inscrições abertas. Este ano, poderão participar os diversos setores econômicos que integram o Movimento Santa Catarina pela Educação, além de sindicatos de indústrias e de trabalhadores. O prêmio também passa a agregar a categoria Melhores Práticas de Estágio. As inscrições são gratuitas e podem ser feitas no site www.scpelaeducacao.com.br, no menu “Prêmio FIESC”, até o dia 18 de julho.

O prêmio é uma forma de reconhecimento público aos setores econômicos por suas práticas educacionais a favor da elevação da escolaridade e da qualificação profissional de seus trabalhadores. A primeira edição ocorreu em 2014 quando, então, era denominado Prêmio FIESC A Indústria pela Educação. Considerando a adesão das novas federações e a mudança do nome do Movimento, a iniciativa passou a ser denominada de Santa Catarina pela Educação. Além da categoria Melhores Práticas de Estágio, o prêmio contempla Elevação da Escolaridade Básica do Trabalhador, Educação Profissional do Trabalhador e Programa de Educação Corporativa.

Em sua primeira edição, 100 indústrias signatárias do Movimento participaram com 113 práticas inscritas. Nove iniciativas foram reconhecidas. Este ano, poderão participar empresas ligadas ao comércio, agricultura e transportes, além de sindicatos de indústrias e de trabalhadores. Acesse o regulamento no site do prêmio.

Conheça as práticas vencedoras do Prêmio em 2014:

Categoria Elevação da escolaridade básica:

Sincol, de Caçador (grande empresa): criou o programa EducaSin, em parceria com o SESI, para elevação das escolaridade dos trabalhadores. Eles recebem transporte gratuito, alimentação e têm acesso à biblioteca da Sincol. O objetivo da iniciativa é ter 80% dos colaboradores da companhia com o ensino básico completo. 

BN Papel Catarinense, de Benedito Novo (média empresa): até o final de 2016, a empresa quer ter 90% dos seus colaboradores com a educação básica completa. A meta foi estabelecida no programa Fundamentando Sonhos, criado para melhorar os índices de escolaridade dos trabalhadores. Entre os incentivos estão o subsídio para consultas oftalmológicas e óculos e a promoção condicionada ao nível de escolaridade. A empresa de médio porte já foi reconhecida duas vezes consecutivas como uma das melhores empresas para trabalhar em Santa Catarina.

Nord Electric, de Chapecó (pequena empresa): em parceria com outras 13 indústrias da região, a Nord Eletric implantou programa de educação básica articulada com o ensino profissionalizante. O programa é aberto ainda a comunidade do entorno e as aulas ocorrem na sede do Programa Viver, que oferece infraestrutura completa para a realização das atividades. A capacitação contínua integra plano de desenvolvimento de pessoas da empresa.

Categoria Qualificação profissional e tecnológica do trabalhador:

Zen, de Brusque (grande empresa): promover o aprendizado contínuo é diretriz estratégica da companhia que, apenas em 2013, realizou quase 55 mil horas de treinamento. Mais de mil bolsas de estudo já foram concedidas aos trabalhadores. Pelo menos 60% das oportunidades profissionais que surgem na Zen são preenchidas por colaboradores. Outro resultado do investimento em educação é um comportamento mais seguro por parte dos trabalhadores, que representou uma redução de 78% no índice de afastamento. 

Plasson do Brasil, de Criciúma (média empresa): a empresa desenvolve desde 2008 o Programa Bolsa de Estudo e Treinamento Plasson, que subsidia de 30% a 50% os cursos técnicos e de graduação, além de cursos de idiomas. Colaboradores que frequentam especializações podem ter até 100% de subsídio do programa. Entre os principais resultados desta prática estão a retenção e atração de talentos.

J.A Indústria de Máquinas, de São Miguel do Oeste (pequena empresa): a elevação da produtividade e a inovação são os impactos mais relevantes do investimento que a indústria fez na qualificação dos seus trabalhadores. Cursos oferecidos por meio do Programa Nacional de Acesso ao Ensino Técnico e Emprego (Pronatec) têm contribuído para o aperfeiçoamento das técnicas de trabalho. 

Categoria Programa de desenvolvimento de competências:

Portobello, de Tijucas (grande empresa): o Programa de Desenvolvimento e Crescimento criado pela companhia em 2010 gerou, até este ano, um ganho de 31% de produtividade. O resultado se justifica pelos investimentos na capacitação dos colaboradores da Portobello, que em 2013 ofereceu mais de 48,5 mil horas de treinamento. 
 
Sopasta, de Tangará (média empresa): a Sopasta, indústria de papel e embalagem, elaborou um programa para o desenvolvimento de líderes que inclui coaching e capacitações para todos os colaboradores. Entre os resultados, a companhia destaca a redução das faltas ao trabalho e da rotatividade. 

Laticínio Santa Bárbara, de Lacerdópolis (pequena empresa): a Laticínio Santa Bárbara relata a queda da rotatividade como um dos principais resultados obtidos com a implantação de um programa de desenvolvimento de competências. O projeto, que ganhou o nome Educar para crescer, possibilita que os 30 trabalhadores empregados pela empresa usufruam de capacitações oferecidas em parceria com o SESI/SC, entidade da FIESC.

 

Assessoria de Imprensa
Federação das Indústrias do Estado de Santa Catarina

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